Será que existe almoço grátis?

Sociedade do Almoço Grátis 7

Na próxima terça-feira, 21/08, a Matinê Pedagogias da Imagem encerra a itinerância UFRJ da Mostra Ecofalante com a exibição de mais dois filmes (um curta-metragem e um longa-metragem).

Serão exibidos os filmes Imigrantes digitais (Digital immigrants – Suíça, 2016), de Norbert Kottmann & Dennis Stauffer e o longa-metragem Sociedade do almoço grátis (Free Lunch Society – Alemanha, 2017), de Christian Tod.

Já imaginou viver em um mundo no qual o trabalho não tivesse um papel central na organização das nossas vidas? O longa, através de entrevistas com especialistas e figuras-chave de diversas escolas de pensamento, explora a ideia, antes utópica, de uma renda básica fixa e garantida.

O filme do diretor Christian Tod participou do festival CPH:DOX, da Dinamarca, e integra a seleção sobre Trabalho no Panorama Internacional Contemporâneo da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental.

Para conversar com o público após a exibição, teremos a alegria e a honra de receber José Ricardo Ramalho, professor titular do Departamento de Sociologia e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Doutor em Ciências Sociais pela USP, com pós-doutorados em Londres e Manchester, no Reino Unido, seu foco de atuação de longa data é a área da Sociologia do Trabalho.

Venham e divulguem! Acesse aqui o link para o evento no Facebook. A sessão está aberta também para receber professores com seus estudantes. Se quiser reservar vagas para sua turma, é só entrar em contato conosco pelo email: pedagogiasdaimagem@gmail.com

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http://ecofalante.org.br/filme/sociedade-do-almoco-gratis

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Matinê e debate com Sílvio Tendler na UFRJ

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O cineclube da Faculdade de Educação segue com as sessões semanais da itinerância UFRJ da Mostra Ecofalante. A próxima sessão da Matinê Pedagogias da Imagem acontece no dia 14/8, às 10h, no auditório Manoel Maurício/CFCH, campus da Praia Vermelha da UFRJ.

Exibiremos o filme Dedo na ferida (Brasil, 2017), o novo documentário de Sílvio Tendler, e teremos a alegria e a honra de contar com a presença do diretor para um debate com o público. Sílvio conta com uma vasta filmografia na qual se destacam os documentários Os anos JK (1980), Jango (1984), Glauber o filme, labirinto do Brasil (2003) e mais recentemente Utopia e barbárie (2009).

Dedo na ferida foi o grande vencedor do Festival do Rio no ano passado. Ele aborda os impasses da lógica do capital financeiro para o estado de bem-estar social, especialmente os contrastes ligados à concentração de riquezas, reunindo artistas, cientistas e intelectuais, como David Harvey e Costa Gavras, para pensar os dilemas do mundo contemporâneo, assim como formas possíveis de transformação e resistência.

Antes do filme de Sílvio Tendler, será exibido também o curta-metragem Corp (Argentina, 2016), de Pedro Polledri.

Além do público geral, reforçamos o convite também a professores da educação básica e superior que quiserem trazer suas turmas (estudantes a partir de 14 anos), e estamos reunindo os agendamentos destes grupos por email.

A entrada é franca.

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UFRJ recebe a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental

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O projeto Pedagogias da Imagem – cineclube da Faculdade de Educação da UFRJ –  inaugura nesta semana a sua Matinê, recebendo a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental. Teremos três sessões semanais, às terças-feiras pela manhã, com a exibição de um curta-metragem e um longa-metragem seguida de conversa com algum convidado especial.

A programação inclui filmes que não apenas provocam o pensamento sobre o ambiente, mas instauram por si mesmos ambiências e modos imagéticos de pensar/habitar o mundo. As conversas após a exibição procuram distender os temas e favorecer a circulação de ideias em contato com o público.

Além do público geral, fazemos um convite especial também a professores da educação básica e superior que quiserem trazer suas turmas (estudantes a partir de 14 anos). Basta entrar em contato conosco para agendar e reservar os lugares. através do email: pedagogiasdaimagem@gmail.com

Vejam abaixo a programação e anotem na agenda.

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Mulher, ativista e pensadora das cidades

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Você já ouviu falar em Jane Jacobs? Ela será o foco do filme que o cineclube da Faculdade de Educação da UFRJ, na inauguração da Matinê Pedagogias da Imagem, exibirá na próxima terça-feira, dia 7/8, às 10h, no auditório Manoel Maurício/CFCH, campus Praia Vermelha. Jane foi uma ativista norte-americana envolvida em uma série de lutas de meados do século XX, em Nova York, contra o brutal processo de modificação da cidade.

Em 1960, seu livro Morte e Vida das Grandes Cidades chocou o mundo da arquitetura e do planejamento urbano ao explorar as consequências da reconfiguração das cidades por arquitetos e planejadores.

O recente filme Cidadã Jane: a luta pela cidade (Citizen Jane: battle for the city – E.U.A., 2016), de Matt Tyrnauer em cartaz nesta nossa abertura da itinerância da Mostra Ecofalante, lança um olhar sobre o legado desta pensadora e examina problemas das cidades atuais a partir de sua obra. O filme participou do IDFA (Festival Internacional de Documentário de Amsterdam) e também do Festival de Toronto.

Para conversar com o público após a sessão, teremos a alegria e a honra de contar com a presença de Tamara Egler, arquiteta, doutora em Sociologia, pesquisadora e professora do IPPUR/UFRJ, onde coordena o Laboratório Estado, Sociedade, Tecnologia e Espaço.

Venham e divulguem! A sessão está aberta também para receber professores com seus estudantes. Se quiser reservar vagas para sua turma, é só entrar em contato conosco pelo email: pedagogiasdaimagem@gmail.com

 

Matinê Pedagogias da Imagem com a Mostra Ecofalante

Para quais experiências o cinema nos convoca? Tendo em vista que são diversas as produções audiovisuais capazes de nos afetar atualmente, também são múltiplos os modos pelos quais as imagens nos forçam a pensar. Por isso, vamos multiplicar nossas sessões para ampliarmos nossas linhas de atuação e dar conta de diferentes linguagens, formatos, temas e debates que cada vez mais nos interpelam. O Pedagogias da Imagem – cineclube da Faculdade de Educação da UFRJ – inaugura, a partir do mês de agosto, uma nova modalidade de sessão que vem a se juntar às tradicionais sessões mensais.

Vamos dar início à Matinê Pedagogias da Imagem, com exibição de filmes seguidas de debate que acontecerão pelas manhãs, no auditório Manoel Maurício do CFCH. A ideia do projeto das matinês surgiu com o objetivo de ocupar horários alternativos com as sessões, ofertando a possibilidade de participação para escolas e turmas de ensino médio, profissionais da educação básica e superior, pessoas ligadas ao campo do audiovisual em geral, além do público espontâneo.

Deste modo, além de um estreitamento de possíveis parcerias com a educação básica, a Matinê Pedagogias da Imagem busca intensificar a dinâmica cultural do campus da Praia Vermelha, não apenas restrito a atividades acadêmicas, mas de portas abertas à sociedade, estimulando a circulação de diferentes públicos em suas atividades. Ao longo do mês de agosto, teremos sessões semanais abertas a qualquer participante interessado, como de costume. Além disso, enfatizamos o convite à participação de turmas da educação básica (a partir de 14 anos), com agendamento prévio a partir do email pedagogiasdaimagem@gmail.com .

Para as sessões inaugurais da Matinê Pedagogias da Imagem, apresentaremos filmes e debates em parceria com a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, sendo o cineclube o local onde acontecerá a itinerância desta mostra na UFRJ. A Ecofalante, maior mostra de cinema socioambiental da América do Sul, já passou por São Paulo e neste mês de agosto desembarca no Rio, Niterói e Brasília.

Já na semana que vem, em nossa primeira sessão, exibiremos o curta Às margens e o longa-metragem Cidadã Jane: a luta pela cidade . Teremos a alegria de contar com a presença da arquiteta e professora Tamara Egler para conversar com o público após a sessão. Tamara é mestre em planejamento urbano e regional, doutora em sociologia, professora do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da UFRJ (IPPUR/UFRJ) e coordenadora do Laboratório Estado, Sociedade, Tecnologia e Espaço.

As sessões acontecerão sempre às terças-feiras, às 10h, no auditório Manoel Maurício/CFCH. A entrada é franca.

Veja abaixo a programação completa da mostra na UFRJ e programe-se!

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Início de temporada com Carlos Medeiros

O cineclube Pedagogias da Imagem iniciou o ano de 2018 com a exibição do filme Menino 23 (Brasil, 2016), de Belisário Franca, em sessão inserida na campanha 21 dias de ativismo contra o racismo, e com o apoio da Videocamp.

O impacto da pesquisa que une trabalho teórico e documental, levada a cabo no filme, estabeleceu ressonâncias com a conversa proposta para esta sessão de abertura, com o convidado Carlos Medeiros, intitulada Entre olhares cruzados: Brasil, Estados Unidos e a questão racial. Carlos é graduado em Comunicação e Editoração pela UFRJ, mestre em Ciência Jurídicas e Sociais pela UFF, doutorando em História Comparada na UFRJ. Autor do livro ‘Na lei e na raça’ e coautor, com Jaques D’Adesky e Edson Borges, do livro ‘Racismo, preconceito e intolerância’.

O vídeo para a palestra pode ser visto abaixo, no canal do YouTube do Secult/FE-UFRJ.

 

 

 

 

 

Um ano de cineclube hoje

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Hoje é o aniversário de um ano do Cineclube Pedagogias da Imagem, da Faculdade de Educação da UFRJ. Naquele 7 de março de 2017, as luzes do auditório da CPM/ECO se apagavam para dar lugar à primeira projeção de nossa história, que remonta à tradição cineclubista do Educação em Tela e do Ciência em Foco. O primeiro filme a ser exibido foi Educação (Brasil, 2016), de Cezar Migliorin e Isaac Pipano.

Obra sempre em processo e resultado de múltiplos encontros dos realizadores com as imagens, Educação foi exibido em corte ainda inédito até então. Quem conversou com o público após a exibição foi um dos realizadores, Cezar Migliorin, que é doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ/Sorbonne-Nouvelle, Paris e Professor do Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense.

Na medida em que as imagens nos convocam a pensar sobre educação e política por meio de recortes de fontes as mais variadas – sem um fio condutor além das rimas/rupturas semânticas -, o público pôde vivenciar e delinear diferentes leituras do filme, compartilhadas e intensificadas no momento da palestra e do debate. Logo, a programação desta tarde/noite inaugural reverberou a própria proposta do cineclube, ancorada na ideia de uma pedagogia da imagem, colocada em movimento por cada filme, por cada realizador, capaz de nos transformar à medida que nos mostra novas formas de ver e ouvir, novas formas de pensar, de existir e resistir.

Que venham muitos anos produtivos e intensos para o cineclube Pedagogias da Imagem!

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